08/04/2016

Resenha: Convergente

jaquelinelima.com
Acho que nem preciso falar o quanto essa série me "abalou", basta ler as minhas comparações de livro x filme de Divergente e Insurgente, que tiveram opiniões opostas, mas super positivas. Depois de terminar Convergente posso com certeza afirmar que, o decorrer de uma história sempre é surpreendente, afinal, são aquelas palavras que te fazem sentir tudo e mais um pouco, mas nada é tão importante quanto o final de um livro. Mesmo sem querer admitir, é ele que vai ter o peso maior na sua opinião: gostei ou não gostei? 

Não assisti ao filme ainda, e não sei quando vou fazê-lo, mas já quero começar comparando com o final do filme Insurgente porque não bate em nada com o início de Convergente. As pessoas não saem daquele jeito em busca do que há depois da cerca. Na verdade, o livro começa com a prisão de todas as pessoas da Erudição e traidores, ou seja, Tris estava no meio, para serem julgados sob o efeito do  soro da verdade, mas nós sabemos que Tris consegue resistir a ele.

Evelyn, mãe do Tobias e líder dos sem facção, acaba de se tornar uma quase Jeanine. Ela não quer que o sistema de facções volte e diz que as pessoas são livres agora, apesar de não poderem escolher as facções e também não poderem sair para saber o que há fora da cerca. É uma limitação que se tornou ditadura. E claro que pessoas foram contra o novo sistema. Assim surgiu o grupo intitulado de "os Leais". Pessoas que desejavam descobrir o que há do lado de fora. Montaram uma equipe e saíram em busca da verdade.

Só que a verdade acabou por se tornar perturbadora. Existia uma equipe que os vigiava, monitorava, mas não veio a intervir nos problemas, mesmo quando Jeanine matou quase todos na Abnegação. Para eles, os divergentes eram pessoas geneticamente puras, GP's, enquanto quem não era, os chamavam de geneticamente danificados, GD's. E adivinhem só quem descobriu que era danificado? Que não era divergente? Que só resistia ao soro das simulações e mais nada? Sim, Tobias. Isso o deixou bem perturbado e revoltado com o departamento, o que o fez pensar com a raiva e se unir a uma garota (que eu odiei) chamada Nita numa tentativa de acabar com essa história de GP e GD. Só que ela mentiu para ele, e o plano não deu certo.

Só que, algumas coisas que Nita falou eram verdade, e Tris resolveu intervir. Até porque, algo de muito ruim estava prestes a acontecer em Chicago. 

Esse é um dos melhores livros da série, só não ganha de Insurgente. É impossível parar de ler, a não ser que, como eu, você não queira que a história acabe e fique enrolando. E se tem uma palavra para definir a história como um todo e principalmente o final, essa palavra é: inesperado. De todo livro a gente tenta adivinhar o que vai acontecer e acerta pelo menos algumas coisas. Em Convergente eu não soube o que pensar, é totalmente inesperado, surpreendente e impactante. 

Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Onde comprar: Saraiva 

5 comentários:

  1. Confesso que achei o começo desse livro bem paradinho, mas ainda assim eu o adoro. O final, para mim, não poderia ser diferente. Acho que o que aconteceu deixou o livro único. (e ainda dizem que querem mudar isso nos filmes '-')
    Não me lembrava de todos os detalhes (li há uns 2 anos), e sua resenha me fez querer ler a trilogia de novo :3
    Beijos!
    Coisinhas Aleatórias

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    1. Ai Mari, por mim o fim mudava sim no filme kkk passei dias com o final na cabeça, repetindo em voz alta as vezes. Foi triste kkk

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  2. Pra mim, essa série foi um grande desperdício cinematográfico. Eles estragaram um enredo promissor. Aff!

    www.viciosdevaneios.blogspot.com.br/

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    1. Só não foi desperdício em termos de Theo James kkkk mas eu gostei da história num geral (nos livros), já nos filmes... só o primeiro mesmo e olhe lá.

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  3. adorei a resenha, estou louca para ver

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Adaptado por Isabelle Felicio

Tema Base por Butlariz