21/06/2017

Resenha | Victoria e o Patife

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Victoria foi criada pelos tios, mas ao completar 16 anos eles a enviaram para a a casa da tia em Londres com o intuito de conseguir um marido. Ela gostava de organizar e controlar. Foi quando tentou arrumar uma esposa para um dos tios que eles resolveram dar um basta, e ela foi com toda sua riqueza para Londres.

Os tios apostaram que ela ia demorar para conseguir um marido, porém ela encontra o amor ainda na viagem à Inglaterra. O Conde de Malfrey estava cada vez mais próximo dela, até que a pediu em casamento. O momento teria sido perfeito se não fosse a interferência do insuportável Jacob Carstairs. 

Ele e seu colarinho baixo demais a irritavam constantemente. Ele era a única pessoa com a insolência de provocá-la a todo momento, e ainda a chamar de Senhorita Abelhuda. Ela aceitou o pedido do Conde bem na frente dele, só pra deixar ele calado.

Após a chegada em Londres, bem quando ela pensou que iria se livrar do irritante Jacob Carstairs, ele aparece na casa de sua tia para jantar. É um amigo da família. E o casamento, que era um segredo, é lançado como uma bomba à todos ali. Parece que o Conde não era exatamente o que a família desejava para ela, pois apesar do título todos sabiam que ele estava falindo. Mesmo assim Victoria queria se casar com ele, e ia lutar até o fim pela sua vontade. Mas parece que o Sr. Carstairs não deixaria barato. Quais serão as motivações dele? O que ele sabe que ela não sabe?
A coisa mais legal na Victoria é que ela é uma dama mas com os costumes diferentes. Por ter sido criada na Índia ela foi acostumada à coisas diferentes, e não entende as bobagens da sociedade inglesa. Como por exemplo, uma dama não derrubaria um moleque ladrão e o prenderia, elas deixariam essas atividades para os homens. É esse jeitinho particular dela que irá salvá-la no pior momento do livro.

Ela está sempre se metendo em todos os assuntos, tentando consertar a vida de todos, sendo muito intrometida algumas vezes, mas ela tem boas intenções, apesar da maioria das coisas que faz ter um fundo de egoísmo. 

A história é bem clichê, com a personagem principal sempre negando seu amor pelo cara que "odeia" e alegando estar apaixonada por outro. Tem seu momento ápice, lá pelo fim, e fiquei muito orgulhosa do que ela fez para se livrar da situação, mostrando que não é uma garota qualquer. E mesmo depois de tudo que aconteceu ela continua preocupada em como isso poderá afetar a família.

Adoro os clichês, não é segredo pra ninguém. Só queria que tivesse um epílogo talvez falando do casamento deles ou mostrando mais um pouco deles dois juntos como um casal. Essas leituras mais leves estão entre as minhas preferidas. Li o livro em um dia e fiquei com um sentimento gostosinho quando finalizei.

Autora: Meg Cabot
Editora: Galera Record
Onde comprar: Amazon | Saraiva | Submarino


10 comentários:

  1. Sempre adorei a Meg Cabot mas assumo que os livros mais "clichês" não fazem meu tipo, gosto daquela coisa de não saber no que vai dar, sabe?

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  2. Eu eu acredito que já tenha ouvido falar de outros livros dessa autora. Parece ser uma leitura bem leve e até certo ponto divertida. Também adoro histórias clichês de romance, principalmente os de época.

    Gostei muito da resenha e estou impressionada que tenha lido ele todo em um dia. kkk'

    :)

    O Mundo de Eulália

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  3. Eu sempre adorei a Meg Cabot mas assumo que livros mais "clichês" não fazem meu tipo, gosto daquela coisa de não saber o que pode acontecer, no que vai dar o final, sabe? Adorei a foto! ♥

    blogdaumzoom.com

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  4. Mesmo eu tendo achado a capa um amorzinho, e gostando de histórias de ~época~, esse tipo de clichê não me atrai muito. Não sou o tipo de pessoa certa para esses livros, mas gostei da forma como você o abordou :D <3

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  5. Achei a foto de abertura do post linda mas não curti muito a história. Toda essa coisa forçada em torno do casamento, não me agrada muito :/
    Beijo!

    Sorriso Espontâneo

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  6. Parece ser um bom livro. Por ela ter sido criada na Índia, a primeira coisa que me veio a mente foi a saga a maldição tigre, apesar de serem completamente diferentes, compartilham a Índia.

    Eu leria esse livro com certeza, apesar de não se encaixar muito no meu foco de leituras.

    Um beijo!
    www.memorizeis.tk

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  7. Já li alguns livros da Meg Gabot e sempre gostei bastante! Acho que eu gostaria de ler esse também. Me interessou muito sobre o fato da protagonista ter sido criada na índia! Por outro lado esse me pareceu um livro bem entre amor e ódio né, por causa da personalidade da protagonista kkkkk

    Beijocas!

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  8. Oi Isa, tudo bem? Que resenha mais gostosa de ler. Em cada parágrafo pude perceber a leveza da história e também dos personagens. É muito bom quando encontramos um livro assim que nos prende e a leitura logo termina. Ainda não li nenhum livro da autora mas depois do seu post fiquei animada. Ah, só assisti o filme Diário de uma princesa <3 Beijos, Érika =^.^=

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  9. Desculpe o termo, mas, eu acho a Meg Cabot foda pra caralho. Sou apaixonada pelo trabalho dela desde que li a coleção de O diário da princesa. Vou com certeza ler esse também.

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  10. Os livros da Meg são todos muito fofos! Super me apaixonei por esse... Quando vi o titulo, achei cômico, mas ao ler sua resenha (cheia de amor), fiquei empolgada pra ler!! Você contou um pouco da Vic mas não deu spoilers, isso é otimo e as fotos ficaram lindas! Parabéns <3

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Adaptado por Isabelle Felicio

Tema Base por Butlariz