1 de outubro de 2018

Favoritos de Setembro ★

Agosto foi tão complicado que cheguei a pensar que em Setembro nada ia melhorar, mas fui surpreendida por vários momentos bons, que me fizeram quase voltar ao meu normal. Ainda estou procrastinando muito, mas mudei minha forma de organização para o próximo mês e espero que funcione. Enquanto isso, quero registrar tudo que houve de feliz.

filme ★
Assisti a barraca do beijo pelo menos seis vezes desde que vi pela primeira vez no inicio desse mês. Acho que amei por ser um clichê com alguns elementos que fogem do padrão. Por exemplo, os melhores amigos não se apaixonam, a protagonista não é a mais popular da escola e é esportista, não tem a famigerada maldade feminina, geralmente causada pelo grupinho das populares. Apesar de tudo ainda é um clichêzão e eu adoro.

música ★
Provavelmente foi 4 minutes da Madonna com Timberlake. Escutei praticamente todos os dias em setembro. Faz dez anos que essa música foi lançada e eu escuto como se ela fosse de hoje. Adoro ouvir bem alto e cantar junto. Também ouvi demais a música nova da Avril, head above water. E no último dia do mês, ontem, viciei em in my feelings do Drake.

aquisição mais maravilhosa ★

Eu tenho o orgulho de falar que eu sou a atual possuidora do anel do poder, mais conhecido como o um anel.

Nem consigo expressar o quão empolgada fiquei quando esse anel chegou em casa. Comprei no aliexpress e CHEGOU EM MENOS DE UM MÊS. Isso nunca tinha acontecido antes. Agora quero comprar pelo menos mais dois, porque o Lucas começou a usá-lo de aliança e eu preciso de um para pôr no meu pescoço é claro. TO MUUUITO FELIZ. Eu amo tanto essa história. É muito incrível pra mim ter um pedacinho comigo aqui em casa.

livros novos ★
Comprei três livros totalmente no impulso só porque estavam em promoção no submarino. Nunca tinha ouvido falar de nenhum, mas dei uma olhada no skoob e todos tinham boas notas, então comprei. Eu nem tenho o primeiro e o segundo livro de uma dessas séries, e nem dinheiro pra comprar. Bem louca né? Mas achei melhor aproveitar já que estavam por três reais.

desenho mais legal ★

No início do mês eu comecei a desenhar. Lá pela metade me empolguei demais e acabei parando, mas até aí eu já tinha feito desenhos tão legais que não pude deixar de compartilhar nesse post. Foram os primeiros desenhos digitais que eu realmente gostei e me orgulhei de ter feito. Dentre algumas opções fofas o da Lara Jean com Peter Kavinsky foi o meu preferido.

melhor momento ★

Sair com minha mãe e meu irmão foi um momento de paz e delicias que vou guardar pra sempre comigo. A gente quase nunca consegue sair só os três, e nesse dia fomos à uma hamburgueria da cidade - PORQUE FINALMENTE TEMOS HAMBÚRGUER ARTESANAL - e comemos muito. Meu irmão se comportou super bem, o lugar é maravilhoso, ri bastante com os dois. Foi um momento muito feliz.


Também saí com meus avós e minha irmã para a sorveteria da cidade e provamos o melhor sorvete desse mundo, só porque tinha pedaços de brownie (mais conhecido como minha sobremesa favorita no mundo) em cima. Nesse mesmo dia brinquei de soco soco bate bate com minha irmã e zoamos um pouco com nossa avó. Esses momentos mais bestas que entram na minha memória. Amo.

realizações ★

Essa realização já entrou para os favoritos em algum mês, mas estou realmente orgulhosa de mim por não estar mais tomando refrigerante. Esse mês tive muitas oportunidades e neguei todas facilmente. De verdade, nunca pensei que chegaria o dia em que eu recusaria fanta uva. E para me orgulhar ainda mais de mim, pensei em comprar brownie mas passei direto do local e mais na frente comprei maçãs, totalmente não planejado. Se isso fosse há um mês eu nem teria pensado em maçã e ainda teria comprado dois brownies. Não é pra emagrecer, nem faço nada, só to engatinhando para ser um pouquinho mais saudável. E pra quem mal come fruta isso foi uma coisa muito legal pra mim.

5 de setembro de 2018

Favoritos de Agosto ★

Prefiro não trazer minhas chateações para o blog, mas agosto não foi o meu melhor mês. Aliás, acho que foi o pior até agora, e por motivos que ainda me deixam pra baixo e que vão perdurar por muito tempo. Só espero aprender a lidar com tudo o mais rápido possível. Enquanto isso, vou tentar extrair algumas coisas boas do meu mês e talvez me animar.
★ livro 
Com certeza a melhor coisa de Agosto foi ter lido sete livros, façanha que não conseguia a bastante tempo. Vou compartilhar mais sobre cada um deles lá no instagram, mas o melhor de todos foi Torre do Alvorecer, meu queridinho de Trono de Vidro.

Ouvi algumas pessoas falando que não queriam ler esse volume por ser a história de um personagem que tomou uma atitude não tão boa nos últimos livros, mas de verdade, quem disse essas coisas não é um fã nem dos livros nem da autora, porque: 1) A Sarah NUNCA decepciona, ela sempre cria coisas incríveis nas histórias e ninguém espera nada do que vem pela frente; 2) Existiram muitos indicativos de como seria esse livro, e pra quem percebeu, assim como eu, mal podia esperar pra ler e rever uma certa personagem, e claro, descobrir a importância dela na história; e por fim, 3) É um dos últimos livros da série, o beijo antes da despedida, e ele é UM BEIJÃO, então não tem como reclamar desse livro.

Nem sei dizer o tanto que eu amei Torre do Alvorecer e o quanto estou triste porque tudo está tão perto de acabar.


★ filme 
Oceans 8, ou Oito mulheres e um segredo. Estava SUPER ansiosa pra assistir esse filme o quanto antes, e finalmente consegui. Primeiro que o elenco é a melhor coisa. Cate, Anne, Rihanna... eu precisava ver essas mulheres juntas num filme e nem sabia.

A coisa mais engraçada sobre assistir filmes de roubos elaborados é que você começa a torcer pelo ladrão, sabendo que é errado o que ele está fazendo, mas mesmo assim você espera que o roubo dê certo, fica ansiosa e nervosa até que tudo se concretize. E quando o filme é cheio de mulheres extremamente espertas você acaba sentindo tudo com elas e no fim, sem perceber, já é parte da turma. E ISSO É ERRADO, mas é tão bom haha. Eu amei esse filme.


★ página do bullet journal 
Eu fiquei muito apaixonada em três decorações semanais, mas as rosinhas sempre roubam meu coração. Depois da terceira semana o meu bujo desandou e eu perdi um pouco da vontade de fazê-lo. Isso refletiu demais da minha decoração mensal de setembro (a qual fiz duas vezes). Fico olhando para essa e as demais semanas fofinhas tentando descobrir como vou fazer para me animar de novo com meu bujo.

★ música 
Wild Thoughts da Rihanna com certeza foi a que mais ouvi. Não é porque a Rihanna está incrivelmente linda nesse clipe, mas gostei demais desse som.

Também tive um pouco de dificuldade com a música nesse mês, fiquei reclamando o tempo todo que não tinha nada de novo pra ouvir, porque tenho essa mania de escutar todos os dias só as músicas de 2000 até no máximo 2016, sendo as mais recentes mais raras nas playlists. Então preciso urgente conhecer um novo artista!

★ personagem 
Vou roubar um pouquinho e escolher dois, do meu livro preferido do mês é claro.
Mulher: Yrenne Towers, por ser a curandeira mais maravilhosa de todos os livros que eu já li. O primeiro contato com ela foi um pouco desesperador, tudo que eu queria era poder ajudar, e então isso foi provido por Sarah J. Maas, o que me fez esperar ainda mais da personagem. E desde esse momento eu tive plena convicção de que ela ainda ia ser importante na história, só não sabia como. Então li TdA e fiquei muito surpresa com tudo que essa mulher se tornou.

Homem: O Príncipe Sartaq me surpreendeu por ter bondade numa corte em que todos passam por cima de quem for para conquistar o que desejam. Em certo momento a história nos leva para o lugar onde ele foi criado e eu fiquei muito apaixonada por todos os detalhes das suas origens, principalmente porque são montadores alados de espécies corajosas e muito fiéis. Eu até me emocionei com uma cena especialmente linda protagonizada por ele. Preciso confessar, é sim mais um crush para a minha lista de amores literários. Sarah como sempre criando personagens para amar.

 momento mais legal 
Ter passado para o terceiro ano em Hogwarts. Como eu disse, não foi um mês muito bom. Acabei passando a maior parte do meu tempo escondida no quarto, lendo, assistindo, jogando. Então foi muito legal finalmente passar de ano, ganhar a taça das casas, ver a decoração da Lufa-Lufa, assistir minha primeira aula de Herbologia. Finalmente visitei Hogsmeade e me senti tão em casa (falei no último post que a fundadora de Hogsmeade era Lufana <3).

1 de setembro de 2018

Lufa-Lufa é a melhor casa de Hogwarts

Talvez você esteja cansado de saber o quão leais, amigos e companheiros os lufanos são, mas eu me orgulho muito dessas qualidades e gostaria de ressaltá-las um pouco mais, e concluir com três motivos constatando que a Lufa-Lufa é a melhor casa de Hogwarts.
 SEM PRECONCEITOS 
Sempre existiu questionamentos acerca dos preconceitos da sociedade com as pessoas, sejam elas qualquer tipo de pessoa. Se não seguem o padrão não são boas. Hoje, mais do que em qualquer outra época, essas discussões estão mais fortes, e as pessoas tem mais voz. Mas o preconceito ainda existe em todo mundo, mesmo que a gente não perceba as vezes.

A lufa-lufa também sofre esse preconceito até hoje. Por sua fundadora ter aceitado "o resto", ou seja, os alunos que os outros fundadores não quiseram, a casa ficou com a fama de aceitar qualquer um. Mas o que ninguém percebe é: ela aceitou justamente essas pessoas "fora do padrão", que são tão boas quanto qualquer outra, mas ninguém percebe por conta do preconceito bobo. E isso me dá tanto orgulho que nem sei. Pra mim só isso já basta pra te fazer entender qual é a melhor casa de Hogwarts.
Helga foi aquela que não via nenhuma justificativa pra deixar alguém de fora só porque não era um gênio, extremamente corajosa ou altivo. Ela simplesmente aceitou pessoas, sem nenhuma regra em cima delas, só acreditando no seu potencial. E deu super certo. O resultado disso? Os Ministros da Magia mais bem sucedidos, o menor número de bruxos das trevas e praticamente fundamos Hogsmeade. Ok, não a Lufa-Lufa em si, mas a fundadora era lufana.
"Ensinarei a todos e os tratarei como iguais"
Tem como ser mais incrível que isso? No sentido do livro, ela não faz distinção entre filhos de trouxas ou de uma linhagem de feiticeiros, mas trazendo pra nossa vida, é o lar que não faz distinção de pele, sexualidade, gostos, religião. Essa casa é incrível!
 A MODÉSTIA É REAL 
Sabe a festa de natal da sua família? O famigerado momento em que as tias ficam importunando e elevando o seus filhos. É até aquele momento em que sua mãe diz que você gosta muito de ler, lê muitos e muitos livros (mas no resto do ano reclama que você só lê e não quer fazer outra coisa). É também o momento em que esfregam na sua cara o quanto seu primo é inteligente, está fazendo faculdade ou sei lá o quê. Não precisa ser nem na festa de natal, pode ser um colega seu que não para de falar de si mesmo. Aqui no Ceará nós chamamos essas pessoas de "amostradas".

Nas outras casas de Hogwarts isso é bem comum (pelo menos pelo que vejo nos livros e filmes), o ato de se amostrar, ou seja, de se gabar. Na Lufa-Lufa a gente não tem esse problema, o que é ótimo. Nós sonhamos tanto quanto qualquer outra pessoa, e quando a gente conquista o que quer não saímos gritando pro mundo ouvir, e nem tentamos fazer com que alguém se sinta mal com nossa conquista. Nós simplesmente contamos pra quem amamos, e isso é suficiente, porque nos importarmos mais com nossas relações. E claro, quem a gente ama vai celebrar nossa conquista e ficar feliz conosco. Não tem nada melhor do que ver alguém que você admira ficando feliz por você.
 SENTIR, PROTEGER E AMAR 
Não sei se isso é algo confirmado em qualquer lugar sobre essa história, mas eu acho que a maior qualidade de um lufano é sentirEu sinto que tudo é muito verdadeiro na Lufa-Lufa. Aqui nós fazemos amigos pra vida inteira, e nos escutamos mutuamente. E é bem verdade que as vezes nós nos doamos até demais para as pessoas que amamos (tiro isso por mim), mas somos ótimos ouvintes e bons conselheiros. A família, seja de sangue ou a que você escolhe, é a coisa mais importante do seu mundo. Talvez essa tenha sido a característica que me fez ter certeza de ser dessa casa (me dá até vontade de chorar).

Nós aceitamos sem julgar, cuidamos com amor e celebramos com muita felicidade. Eu tenho muito orgulho de ser da Lufa-Lufa.

Vocês podem ler aqui os textos dos Corvinais, Sonserinos e Grifinórios falando porque eles acham que a casa deles é a melhor, mas aqui entre nós é #HufflepuffPride 

30 de agosto de 2018

Asiáticos Podres de Ricos: Amei ou odiei?

Sempre amei histórias estilo sessão da tarde, meio que fui moldada para amar os clichêszinhos que passavam na tv, e por fim esse gosto se estendeu até os livros. Admito que meu gosto está mudando agora, mas não é por isso que fiquei tão dividida entre amor e ódio quanto à esse livro.

Rachel é uma professora de economia de uma universidade, e o Nick é professor de história. Uma amiga em comum os apresentou e eles já namoram a quase dois anos. Nick convida Rachel para uma viagem de férias em Cingapura, para o casamento do Colin, seu melhor amigo. Até aí tudo bem, parece uma coisa super normal de se fazer porque é mesmo. Mas a família do Nick é muito rica. Muito! E se tem uma coisa que sua mãe, Eleanor Young, não vai permitir é que uma professora sem nenhuma linhagem dê o golpe do baú no seu filho.

Acho que não fiz justiça à o quão surtada essa mulher é. Aliás, a família inteira.

Obvio que a  Rachel não quer dar o golpe do baú. Ela é uma mulher inteligente e super independente, que busca o que quer e tem méritos próprios. E ela embarca nessa viagem praticamente vendada quando o assunto é a família do namorado. Não que ele não queira falar que é rico ou sobre a família, apenas porque foi assim que foi criado. Para piorar a situação para a moça, a família dele não sabia nada sobre a existência dela até então, mas eles tem outros meios de lidar com isso e já fazem uma investigação completa sobre sua vida, o que acaba desencadeando um problemão.
Sobre a história do livro eu realmente não tenho nada a reclamar. É uma história perfeitamente gostosa de se ler, ou assistir, já que virou filme. Porém o livro é muito confuso. A família é muito grande, demora demais para você se habituar com o nome e a linhagem de todos, e praticamente cada um narra um capítulo. Sem falar nas inúmeras notas de rodapé, a maioria é tradução de alguma palavra ou frase que eles dizem em outro idioma, o que eu acho super desnecessário e chato, basta traduzir logo no texto. É realmente incômodo. 

Tudo é extremamente descritivo, ou seja, você vai ler sobre a bolsa Prada de todo mundo, o vestido Channel, o cinto Louis Vuitton, credo. De verdade, estou sendo muito simpática quando a esse tópico. Teve um personagem que me irritou profundamente, a ponto de eu querer abandonar o livro por conta da babaquice dele. Um cara super controlador quando o assunto é roupa, que veste a mulher e os três filhos, e a dele claro, combinando. Não importa se os filhos estão passando calor, o que mais importa é aparecer, estar no topo. Ele chegou ao ponto de querer espancar um dos filhos por ele ter derramado refrigerante na sua blusa de marca que veio da Itália e blá blá blá.

Todo mundo é muito superficial, fazem de tudo pra deixar os outros mal. São personagens bem ruins, que só se importam com o dinheiro e em ser mais ricos. Dá para literalmente contar nos dedos os personagens que não são completos idiotas, e foi por eles que eu cheguei até o final dessa leitura.

Concluindo, estou num meio termo entre o amor e o ódio. Acho que esse é mais um livro que eu vou gostar mais do filme.

9 de agosto de 2018

Pequenas grandes metas • dcp •

A Corte Vermelha, um grupo maravilhoso lá do facebook, criou uma blogagem coletiva chamada Dreamcatcher Project (DCP), e o tema desse mês é pequenas grandes metas para a vida.
Sinceramente, eu pensei muito em discorrer sobre algumas coisas que têm me enlouquecido um pouco. Coisas sobre razão, motivos, a vida, e que de certa forma tem haver com o assunto do tema. Conversei comigo mesma por bastante tempo, martelei no assunto ao ponto de não conseguir dormir bem e não cheguei a qualquer conclusão ou nada próximo disso. OK, já estou deixando a cabeça de vocês confusa, mas já me sinto melhor só em poder desabafar esse pouquinho de coisas desconexas. De qualquer forma, resolvi não falar sobre isso aqui, em parte para não pirar vocês, e porque realmente queria transformar esse post em algo alegre.

E aí eu fiquei pensando no que eu poderia escrever, que metas eu tenho que sejam melhores para mim ou para o mundo? Não me considero uma pessoa totalmente despreocupada com as coisas ao meu redor ou com o planeta, mas também não sou totalmente preocupada, e acho que isso não me torna alguém ruim. Mas hoje, exatamente hoje (01/08/2018), eu vi um vídeo que meio que me mudou um pouco.

Tomei leite a minha vida inteira. É meu café da manhã e da tarde de todos os dias desde sempre. E hoje eu vi um vídeo, sabendo que quando eu assistisse ia ouvir algo que ia me mudar, por isso sempre evitei o assunto. Vegetarianismo. Descobri que o leite brasileiro é o que mais contém sangue e pus, e que as vaquinhas só dão leite quando estão grávidas e que sofrem demais quando ele é retirado. Tomei meu leite da tarde morrendo de nojo.
Esse post ficaria enorme se eu for comentar sobre minha relação com os alimentos, basta saber que eu sou super fresca e não como de tudo, não como quase nada na verdade, então tenho muito medo de deixar de comer carne por motivos óbvios. O que eu estou tentando dizer é que, mesmo com esse medo, eu quero tentar algo novo. É por isso que minha primeira pequena grande meta é:

• provar um hambúrguer ou comida vegetariana em algum restaurante

To achando que falar isso parece algo muito bobo, mas ainda acho que é algo que tenho que fazer. Quem sabe pode ser um começo, ou um fim não sei. Como pouca carne no meu dia a dia, nada de verdura, legume ou fruta, então realmente não faço ideia de como começar. Não quero parar com tudo de uma vez. Acho que com isso só quero saber se é possível para alguém como eu, então vou tentar.


To deixando meu cabelo crescer a pouco mais de um ano, e a meta era fazer um cosplay da Arwen de Senhor dos Anéis, mas com o tempo a ideia foi perdendo a força. Mas o cabelo cresceu, e agora ele está um pouco maior que o tamanho de sempre. E do nada, juro, do nada me deu uma vontade de doar.

• doar meu cabelo
Eu sei o quanto o cabelo é importante pra autoestima, tanto que meu cabelo é minha parte preferida de mim. E sim, eu to com medo de cortar bem curto e não gostar de mim desse jeito. Mas ele vai crescer de novo, é isso que tem me deixado segura quanto a essa nova vontade. Outras meninas não tem mais a oportunidade de ter cabelo, e já que não consigo doar sangue e outras coisas que envolvem agulhas, posso ao menos doar essa parte de mim e esperar que ajude alguém.


Por fim, quero melhorar minha saúde. To ficando super cansada muito rápido, ao menor esforço. De verdade, minha avó tem um condicionamento físico melhor que o meu. Melhor do que qualquer um da família aliás. E já tentei fazer todo tipo de exercício em casa possível, baixei vários aplicativos diferentes, tentei focar de variadas maneiras, mas nenhuma me segura por mais de três dias. A única solução parece ser:
• comprar uma bola de vôlei e treinar sozinha

O auge do meu condicionamento físico foi em 2009, quando eu jogava no time de vôlei da escola. Até hoje é meu esporte preferido e minha brincadeira de rua preferida. Quando começava não queria mais parar, só saia da rua quando minha mãe "chamava". Não conheço ninguém na minha cidade para jogar comigo, ir pra outra cidade é totalmente inviável, então vou comprar uma bola, jogar comigo mesma, fazer meu sangue circular e me livrar do sedentarismo. 


Não sei ainda como vou fazer para atualizar vocês sobre o andamento dessas metas, mas quero completar as três antes do ano acabar. É isso. 
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