18 de junho de 2018

Resenha | Um verão na Itália

Meu tipo de romance preferido com certeza é o estilo cão e gato, quando os mocinhos brigam bastante mas no fundo nutrem sentimentos um pelo outro, só não admitiram ainda. E foi assim que Um Verão na Itália me conquistou.
Cesca tem uma vida péssima! Não consegue se fixar em um emprego e por isso aprendeu a viver na corda bamba, com o mínimo possível e zero luxos. A vida dela poderia ter sido muito diferente, mas alguém destruiu não só todos os sonhos dela, mas a carreira que estava prestes a nascer. E por isso ela passa por um bloqueio que já dura seis anos, mas é orgulhosa demais para pedir ajuda da família.

Ela precisa mais do que tudo reorganizar sua vida e voltar a ter metas e planos. Então uma oportunidade finalmente surge, cuidar de uma casa de campo na Itália por um tempo. Ela pode sair da rotina de Londres, ter inspirações num lugar totalmente novo, isolado de comunicação, e voltar a escrever.

Sam é um ator famoso, bem sucedido e mocinho de uma trilogia de filmes muito aclamada pelo público. A vida dele é cheia de flashes e glamour, o total oposto da de Cesca. Apesar de ter realizado seu sonho, Sam não está feliz com a vida que leva, ainda mais com o maior dos escândalos batendo à porta dele. Ele percebeu que a vida em Hollywood é muito invasiva e só sobrevive quem conta mentiras.

Tudo que ele mais quer é um lugar sossegado e isolado, sem perturbações, sem pessoas fofocando sobre a vida dele, só pra clarear os pensamentos e relaxar. Então viaja sem contar a ninguém para a casa de campo da família na Itália.

A partir daí a gente pode deduzir os próximos acontecimentos, e eu ri demais com todas as brigas desses dois. Cesca não arreda o pé, ela é firme e não se importa com o fato dele ser o dono da casa, tenta o máximo possível fazer com que ele vá embora. Já Sam a considera uma mulher louca, e fica dividido entre querer confrontá-la e temê-la, mas não vai voltar para casa. E nós leitores ficamos com o melhor entretenimento de todos, ver esses dois se odiando e tentando conviver juntos.

Autora: Carrie Elks
Editora: Verus
Onde comprar: Amazon

13 de junho de 2018

o que tenho feito

O dia que estou escrevendo esse post é dia dos namorados, o mesmo dia em que escrevi o último post, que basicamente foi um desabafo do quanto eu tenho saudades de escrever aqui mas que não conseguia fazê-lo. Esse post é a prova de fogo, e talvez eu esteja colocando muita pressão em mim mesma ao dizer isso, mas eu quero terminar pelo menos um texto após sei lá quantos meses dessa pausa desgraçenta e involuntária.
Minha mais nova meta é aprender inglês, e isso sempre foi uma meta pra mim, mas eu sempre desisti com poucos dias de tentativa e deixava tudo como estava. Agora eu sinto que é diferente, minha meta atingiu um novo nível quando eu decidi que queria ler o último livro de Trono de Vidro assim que lançasse. Sabendo que meu nível atual de inglês não me permite ler tranquilamente um livro da Sarah J. Maas na sua língua original, eu finalmente peguei nos estudos de inglês. Acho que me deu aquele clique quando eu dei um nome pra minha meta, e espero conseguir entender melhor o inglês até outubro, que é quando o livro será lançado.

Esses dias, domingo passado na verdade, meu priminho Arthur me pediu um desenho para ele colar na parede do quarto dele. Perguntei o que ele queria que eu fizesse e a resposta foi "Gumball". Não sei o que deu em mim, mas praticamente assim que cheguei em casa tive vontade de desenhar, mas não achei que ele quisesse realmente o Gumball, então escolhi desenhar o Naruto. 

Pesquisei na internet, escolhi um desenho e comecei a tentar copiar, desenhar olhando sabe. No começo a intenção realmente era dar o desenho à ele, mas o Naruto foi tomando forma e eu fiquei cada vez mais apaixonada pelo meu próprio desenho. Quando comecei a pintar então, aí eu decidi que esse desenho seria colado na minha parede e não na dele. Talvez eu esteja me sentindo um pouco culpada agora, mas vou fazer um outro desenho pra ele, provavelmente o Gumball para não ter mais nenhuma tentação de "roubar" o desenho da criança.
Desde que Pantera Negra lançou eu estou viciadíssima nas músicas da trilha sonora, sendo All the stars e Pray for me minhas preferidas. Porém, só recentemente tive uma vontade imensa de aprender a cantar as partes dos rappers nas canções. Passei uns três dias escutando a primeira o tempo inteiro, só tentando cantar corretamente a parte do Kendrick Lamar. Agora posso dizer que já aprendi e canto sem precisar olhar a letra no google. 

Isso meio que aumentou e agora quero aprender a cantar certinho as minhas músicas de rap preferidas. A música da vez é Nice for what do Drake, que tem um verso mais longo do que a primeira que tentei, mas também não é durante toda a música. Será que posso dizer que estou orgulhosa de mim por estar cantando quase toda sem acompanhar a letra? Pois estou! Vocês já tentaram fazer isso? É bem difícil, pelo menos pra mim.

No final do mês passado imprimi umas ilustrações da minha ilustradora preferida. A intenção era, além de colocar tudo no meu painel na parede e no bullet journal, e deixar tudo lindão, fazer um post sobre ela e suas artes aqui no blog e ressaltar o quanto eu amo seus desenhos, o quanto eles me tocam, me deixam feliz e inspirada. Mas uns dois dias depois de imprimir eu vi uma ilustradora nacional que eu gosto comentando que era errado imprimir as ilustras dela, mesmo que fosse para uso pessoal. 
Fiquei super chateada, e talvez isso tenha sido uma das razões pro meu bloqueio, porque realmente me senti culpada. Não achei que era errado imprimir as artes e colocar na parede e no bujo, seria para uso pessoal apenas. Mas alguns dias atrás outra ilustradora nacional que gosto comentou a mesma coisa no instagram, e agora estou me sentindo completamente errada, mas não tenho coragem de jogar as fotos no lixo. 

Até mandei uma mensagem no tumblr da minha fave, mas não tive resposta ainda. Espero mesmo que não tenha problema, aí vou conseguir fazer o post apresentando o trabalho dela aqui no blog. Enquanto isso resolvi desabafar, vai que me ajuda.

Depois de escrever tanto espero que aquilo que conversamos no post de ontem (pois estou escrevendo no mesmo dia mas só postarei amanhã, que já é hoje pra você que está lendo) (sim, eu quis confundir você haha) tenha ficado completamente para trás e que eu consiga voltar com muitos posts legais para cá.

12 de junho de 2018

saudade

Acho que nunca passei tanto tempo sem fazer conteúdo pro blog, mas nunca gostei de posts pedindo desculpas pela ausência, e não é isso que vim fazer.

A uns bons meses o único conteúdo que tem saído por aqui é o do projeto fotográfico 6 on 6, o qual não me animei nem para participar do último mês. No canal as coisas estão indo normalmente, vários vídeos, e por um tempo até consegui publicar dois na mesma semana. Mas sempre que penso no blog a minha mente se apaga, fica em branco.

Nem sei o que quero escrevendo essas coisas, talvez isso me ajude a enxergar o que estou sentindo. 

Aqui já ficou sem nada algumas vezes, pausas totalmente controladas para que minha inspiração voltasse. No entanto, já fazem meses que eu tento escrever e não nada sai. Que eu começo um texto e do nada esqueço o que ia dizer em seguida. Nesse próprio texto, enquanto escrevo já esqueci várias coisas que gostaria de dizer. E assim não consigo finalizar nenhum. Olho para os 14 rascunhos e me vem uma crise de ansiedade só em pensar em terminá-los, em ver o texto incompleto, ressaltando minha inutilidade ao não conseguir finalizar.

Não é um fim pro blog, de forma alguma isso passou pela minha cabeça. Eu sei que é o que parece. Na verdade eu só queria falar abertamente do que se passa no meu coração maluco na esperança de que compartilhando com vocês isso tudo passe. 

Eu realmente estou com saudade de escrever aqui.

8 de maio de 2018

6 on 6 | aleatório

Levei o tema do mês do 6 on 6 a sério e realmente fotografei coisas bem aleatórias. Não vou dizer como escolhi cada tópico, porque foi tão divertido de fazer que pretendo sugerir como tema pro próximo mês. De qualquer forma, espero que gostem das fotos.

1. Azul
2. Janela
3. Manhãs
4. Sapato
5. Leitura
6. Três do mesmo

Confiram também as fotos das participantes mais legais da blogosfera: LuanaCamyliEva eVanessa.

3 de maio de 2018

Ler livros depois de assistir aos filmes

Num mundo perfeito nós deveríamos conseguir esquecer o que lemos ou assistimos por pelo menos uma vez, para ser surpreendido novamente com uma história que a gente gosta muito, mas a realidade é que precisamos escolher se é o livro que vai arrebatar nosso coração primeiro e só então assistir ao filme, ou vice-versa. 

Particularmente, eu gosto de ler os livros antes de assistir aos filmes. De qualquer forma você só será surpreendido uma vez, e eu prefiro escolher ser surpreendida com o livro, do jeitinho que ele é e depois ver o filme e ficar reclamando "que isso não tem no livro" ou "faltou aquela cena maravilhosa", já é quase um ritual. 

Normalmente eu gosto muito das adaptações, tanto que as vezes não resisto e assisto o filme primeiro. Isso acontece porque, quando é algo que eu tenho certeza que vou gostar eu sinto a necessidade de comprar o livro, para ter comigo para sempre, mas não é sempre que posso comprar. Foi o que aconteceu com Harry Potter por exemplo. Assisti os filmes e só em 2016 pude comprar os livros. Mas com HP foi uma sensação diferente, ainda tive muitas surpresas, coisas que não estavam nos filmes, praticamente um novo mundo pra mim. Mas o filme que inspirou esse post foi tão fiel ao livro que eu não sei nem com o quê compará-lo a não ser com ele mesmo.
Nem sei dizer quando assisti Jogos Vorazes pela primeira vez, mas as sequencias eu assisti em 2017 e me apaixonei demais. Minhas melhores amigas já tinham lido os livros e eu curtia muito com uma delas porque ela, que nunca chorava por nada, tinha chorado por causa de um gato, personagem da história (acabei chorando na mesma parte). As duas viviam me perturbando para ler, mas eu queria comprar justamente porque sabia que ia amar os livros.

Nunca pensei que existissem filmes TÃO fieis aos livros quanto esses, e nunca quis tanto na vida esquecer uma história (no caso os filmes) só para ser surpreendida com os livros. Nem sei se esse caso em especial foi a vida tentando me ensinar a não assistir os filmes primeiro, já que eu gosto de ler os livros antes, mas já aprendi a lição. Um tanto tarde confesso, porque os livros de Senhor dos Anéis estão a caminho da minha casa e os filmes são meus amores, e minha única esperança é que os filmes não sejam tão fieis assim para que eu possa conhecer muito mais sobre a Terra Média.

Em abril praticamente só li livros que tem filmes, e que eu já os tinha assistido. Orgulho e Preconceito foi mais um da lista "filmes muito fieis aos livros", e isso realmente me pegou de surpresa. Não sei o que eu esperava, mas realmente não era o que obtive. Amei muito mais essa história do que eu previ que gostaria, já que odiei o filme. Isso aconteceu por conta da escrita da autora, que é completamente diferente de tudo que eu li até agora. Isso me prendeu muito e me deixou com vontade de ler mais clássicos, principalmente de romance. 

Como falei no começo, você escolhe a forma como quer ser surpreendido, livro ou filme. Gosto de ler primeiro, mas as vezes a curiosidade me vence e assisto o filme sem culpa. É só quando tenho a oportunidade de ler o livro que me vem o sentimento de traição, principalmente quando estou gostando muito da leitura. Não sei o motivo, mas quando leio depois de assistir me vem o sentimento de que eu poderia ter me divertido muito mais se simplesmente tivesse esperado para ler primeiro, mas nunca consigo deixar de me sabotar. De qualquer forma, as experiências são sempre muito boas e isso sempre adiciona mais favoritos para a minha lista.

Vocês preferem ler o livro primeiro ou assistir ao filme? Conhecem algum filme muito fiel ao livro?
Copyright © 2015 | Design e Código: Sanyt Design | Tema: Viagem - Blogger | Uso pessoal • voltar ao topo